sábado, 22 de novembro de 2008

Fotos surpresa...

http://olhares.aeiou.pt/adoro_retratos_assim/foto2302207.html

Arte e Sensibilidade

1) Toda a arte se baseia na sensibilidade, e essencialmente na sensibilidade. 2) A sensibilidade é pessoal e intransmissível. 3) Para se transmitir a outrem o que sentimos, e é isso que na arte buscamos fazer, temos que decompor a sensação, rejeitando nela o que é puramente pessoal, aproveitando nela o que, sem deixar de ser individual, é todavia susceptível de generalidade, portanto, compreensível, não direi já pela inteligência, mas ao menos pela sensibilidade dos outros. 4) Este trabalho intelectual tem dois tempos: a) a intelectualização directa e instintiva da sensibilidade, pela qual ela se converte em transmissível (é isto que vulgarmente se chama "inspiração", quer dizer, o encontrar por instinto as frases e os ritmos que reduzam a sensação à frase intelectual (prim. versão: tirem da sensação o que não pode ser sensível aos outros e ao mesmo tempo, para compensar, reforçam o que lhes pode ser sensível); b) a reflexão crítica sobre essa intelectualização, que sujeita o produto artístico elaborado pela "inspiração" a um processo inteiramente objectivo — construção, ou ordem lógica, ou simplesmente conceito de escola ou corrente. 5) Não há arte intelectual, a não ser, é claro, a arte de raciocinar. Simplesmente, do trabalho de intelectualização, em cuja operação consiste a obra de arte como coisa, não só pensada, mas feita, resultam dois tipos de artista: a) o inspirado ou espontâneo, em quem o reflexo crítico é fraco ou nulo, o que não quer dizer nada quanto ao valor da obra; b) o reflexivo e crítico, que elabora, por necessidade orgânica, o já elaborado. Dir-lhe-ei, e estou certo que concordará comigo, que nada há mais raro neste mundo que um artista espontâneo — isto é, um homem que intelectualiza a sua sensibilidade só o bastante para ela ser aceitável pela sensibilidade alheia; que não critica o que faz, que não submete o que faz a um conceito exterior de escola ou de moda, ou de "maneira", não de ser, mas de "dever ser". Fernando Pessoa, in 'Carta a Miguel Torga, 1930'

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Habitat for Humanity- Barcelos




“Vocês sempre encontram homens e mulheres infelizes, angustiados. Quais são os meios que vocês têm para ajudá-los? Compartilham e sofrem com eles.Mas, mesmo que eles se sintam sensibilizados ao ver que vocês não ficam indiferentes aos seus sofrimentos, em que é que a vossa compaixão poderá realmente ajudá-los?Vocês só podem ajudar os outros se estiverem habituados a ir todos os dias a um lugar onde abundam as riquezas, ou seja, o amor, a luz, a alegria.Esse lugar é o mundo divino. Como é que seres pobres, inquietos e sem alegria podem apoiar os outros? É junto de Deus que vocês devem ir para encontrar todos os alimentos do coração e da alma. Depois, poderão distribuí-los ao vosso redor, com o seu exemplo, ensinarão os outros a fazer a mesma coisa.”

http://br.youtube.com/watch?v=VXneGPsoBbY
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Intecasa 2008... com a Maria Ines

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:) ...Intercasa 2008 com um visitante

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Intercasa 2008

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D. Cristina with us... Intercasa 2008

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Tânia, Su& Marta

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Marta&Su

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Samsung and Whirlpool- Intercasa 2008

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Intercasa 2008

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