quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Todo o tipo de trabalho de carpintaria...à distância de um simples contacto!























Todo o tipo de pintura, mobiliário, decoração... a preços baixos!









































Padrões...


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Padrões de madeira com veios e nós dão um ar rústico.
Padrões mais claros e lisos acompanham bem uma decoração moderna.
Padrões em V ao longo de um espaço aumentam a sensação de profundidade.
Pranchas mais finas e compridas dão maior sensação de profundidade do que pranchas mais largas.
O pavimento parece ser maior se for da mesma cor do rodapé.
E mais pequeno se o rodapé for da cor das paredes.

Cores...

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Cores claras fazem os espaços parecerem maiores.
Cores escuras fazem os espaços parecerem mais pequenos e acolhedores.
Pisos escuros em espaços grandes criam ambientes quentes e intimistas.
Um espaço com luz natural, suporta bem um piso escuro.
Uma sala sem luz natural pode ser “iluminada” com um piso claro.
Pavimentos claros combinam bem com mobiliário escuro.
Espaços com cores claras emitem sensação de frescura.
Pavimentos escuros combinam bem com paredes claras.
Um espaço parece maior se tiver um chão escuro e paredes e tecto claros.
Um espaço parece mais baixo se chão e tecto forem escuros.
Um espaço parece mais comprido se tiver paredes escuras e tecto e piso claros.
Um espaço com piso, tecto e parede de fundo claros parece mais estreito, mais fundo e mais alto.
Um espaço parece mais curto se as paredes laterais e piso forem claros e a parede de fundo for escura.
Um espaço dá um ar de subterrâneo ou cave se piso e paredes forem escuras e só o tecto for claro.
Um espaço tem aspecto de corredor ou túnel se o piso e parede de fundo forem claras opondo-se a tecto e paredes escuras.

sábado, 22 de novembro de 2008

Fotos surpresa...

http://olhares.aeiou.pt/adoro_retratos_assim/foto2302207.html

Arte e Sensibilidade

1) Toda a arte se baseia na sensibilidade, e essencialmente na sensibilidade. 2) A sensibilidade é pessoal e intransmissível. 3) Para se transmitir a outrem o que sentimos, e é isso que na arte buscamos fazer, temos que decompor a sensação, rejeitando nela o que é puramente pessoal, aproveitando nela o que, sem deixar de ser individual, é todavia susceptível de generalidade, portanto, compreensível, não direi já pela inteligência, mas ao menos pela sensibilidade dos outros. 4) Este trabalho intelectual tem dois tempos: a) a intelectualização directa e instintiva da sensibilidade, pela qual ela se converte em transmissível (é isto que vulgarmente se chama "inspiração", quer dizer, o encontrar por instinto as frases e os ritmos que reduzam a sensação à frase intelectual (prim. versão: tirem da sensação o que não pode ser sensível aos outros e ao mesmo tempo, para compensar, reforçam o que lhes pode ser sensível); b) a reflexão crítica sobre essa intelectualização, que sujeita o produto artístico elaborado pela "inspiração" a um processo inteiramente objectivo — construção, ou ordem lógica, ou simplesmente conceito de escola ou corrente. 5) Não há arte intelectual, a não ser, é claro, a arte de raciocinar. Simplesmente, do trabalho de intelectualização, em cuja operação consiste a obra de arte como coisa, não só pensada, mas feita, resultam dois tipos de artista: a) o inspirado ou espontâneo, em quem o reflexo crítico é fraco ou nulo, o que não quer dizer nada quanto ao valor da obra; b) o reflexivo e crítico, que elabora, por necessidade orgânica, o já elaborado. Dir-lhe-ei, e estou certo que concordará comigo, que nada há mais raro neste mundo que um artista espontâneo — isto é, um homem que intelectualiza a sua sensibilidade só o bastante para ela ser aceitável pela sensibilidade alheia; que não critica o que faz, que não submete o que faz a um conceito exterior de escola ou de moda, ou de "maneira", não de ser, mas de "dever ser". Fernando Pessoa, in 'Carta a Miguel Torga, 1930'

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Habitat for Humanity- Barcelos




“Vocês sempre encontram homens e mulheres infelizes, angustiados. Quais são os meios que vocês têm para ajudá-los? Compartilham e sofrem com eles.Mas, mesmo que eles se sintam sensibilizados ao ver que vocês não ficam indiferentes aos seus sofrimentos, em que é que a vossa compaixão poderá realmente ajudá-los?Vocês só podem ajudar os outros se estiverem habituados a ir todos os dias a um lugar onde abundam as riquezas, ou seja, o amor, a luz, a alegria.Esse lugar é o mundo divino. Como é que seres pobres, inquietos e sem alegria podem apoiar os outros? É junto de Deus que vocês devem ir para encontrar todos os alimentos do coração e da alma. Depois, poderão distribuí-los ao vosso redor, com o seu exemplo, ensinarão os outros a fazer a mesma coisa.”

http://br.youtube.com/watch?v=VXneGPsoBbY
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Intecasa 2008... com a Maria Ines

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:) ...Intercasa 2008 com um visitante

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Intercasa 2008

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D. Cristina with us... Intercasa 2008

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Tânia, Su& Marta

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Marta&Su

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Samsung and Whirlpool- Intercasa 2008

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Intercasa 2008

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